Em 2024, a artista Priscilla surpreendeu seus fãs com uma nova estética ao adotar cabelos vermelhos e uma postura digna de diva pop. Essa transformação coincide com o lançamento de ECO, seu segundo álbum de estúdio, que chegou ao público na última quinta-feira (6/8).
Com uma proposta que prioriza a liberdade criativa, Priscilla apresenta um trabalho independente, em contraste com seu disco anterior. ECO é composto por 10 faixas que abandonam o dance pop, estilo predominante em seu trabalho anterior, e mergulham nas influências do R&B, especialmente daquela década de 2000 que moldou sua formação musical. Aos 30 anos, a artista descreve essa nova fase como uma "musicalidade conforto".
"O que eu coloquei nesse álbum faz você perceber mais ainda a minha voz, a minha musicalidade, a minha escrita. Então, essa diferença foi completamente proposital e ela dá certo, porque as pessoas ficam: ‘Nossa, é muito diferente’", comentou Priscilla em uma entrevista.
A trajetória da cantora é marcada por diversas fases. Ela começou sua carreira na música infantil, transitou pelo gospel durante a juventude e, posteriormente, consolidou-se no pop. Após um período que considera "muito difícil" durante a produção do disco anterior, Priscilla agora desfruta da liberdade criativa de um trabalho independente.
"Foi muito difícil meu último projeto, ele precisava agradar muita gente, digamos assim. Eu só queria lançar, porque eu estava feliz, eu estava segura com ele. Então aquele momento me desgastou um pouco", revela a cantora.
Apesar das dificuldades enfrentadas anteriormente, Priscilla vê esse processo como parte do seu amadurecimento artístico. Com total autonomia sobre o novo projeto, ela criou um álbum que reflete influências da infância, que incluem a música gospel, e aborda temas como amor, fé, solidão e alívio.