Programa de Esterilização de Animais no Paraná amplia atendimento para 3,5 mil pets

A nova fase do Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos começa nesta segunda-feira, 24 de.
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O Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos, conhecido como CastraPet Paraná, inicia uma nova fase a partir de 24 de agosto de 2026, em Guaporema, localizada no Noroeste do Paraná. Esta etapa aproveita o saldo de vagas remanescentes do 5º ciclo, aberto em novembro de 2025, e permitirá a castração gratuita de 3,5 mil animais em 36 municípios.

Desde o início do programa, em 2020, foram realizadas 161,2 mil cirurgias em 343 cidades do estado. A fase atual do programa já beneficiou 56,4 mil animais de 306 municípios, demonstrando a abrangência e a importância da iniciativa para a Saúde Pública e bem-estar animal.

A reabertura das vagas ocorre devido a cidades que não conseguiram preencher todas as vagas disponíveis ou a desistências, como foi o caso de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. O Instituto Água e Terra (IAT), responsável pela coordenação do programa, destaca a relevância da ação para o controle populacional de cães e gatos.

O investimento total para este 5º ciclo é de R$ 19,8 milhões, representando um aumento de 106% em comparação ao ciclo anterior, que teve um aporte de R$ 9,6 milhões. Além disso, os municípios participantes contribuirão com aproximadamente R$ 1,8 milhão. Os recursos financeiros estão sendo utilizados na impressão de 119 mil cartilhas educativas sobre maus-tratos, na aplicação de 39 mil vacinas antirrábicas e na confecção de 2.644 placas temáticas sobre biodiversidade.

O programa não se limita à esterilização, mas também promove práticas de educação sobre a posse responsável de animais, visando conscientizar a população, especialmente crianças e adolescentes. Este aspecto educativo é um dos requisitos para que os municípios possam PARTICIPAR do projeto. Juntamente com a esterilização, também é enfatizada a intensificação da vacinação antirrábica, contribuindo para a promoção da Saúde Pública.

Os tutores de pets de baixa renda, organizações da sociedade civil e protetores independentes devem agendar os atendimentos diretamente nas prefeituras parceiras, garantindo, assim, medicação pós-operatória e a identificação dos animais através de microchip.

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