Ronaldo Caiado critica relação entre Lula e Lulinha em comparação com Flávio Bolsonaro

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, fez uma comparação entre Lulinha e Flávio Bolsonaro, após o STF.
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Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, fez uma comparação entre a situação de Lulinha, filho do presidente Lula, e Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita logo após o STF autorizar a Polícia Federal a investigar Fábio Luís Lula da Silva por suspeitas de tráfico de influência e corrupção.

Em suas redes sociais, Caiado afirmou: "Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas". Ele ainda classificou o cenário como "uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe".

O pré-candidato continuou sua crítica, mencionando que, embora estivesse se referindo a Lula e Lulinha, a situação poderia ser interpretada como a de qualquer pai que protege seu filho. "Já passou da hora de acabar com essa farsa", acrescentou Caiado.

Outras figuras do campo bolsonarista também se manifestaram sobre as investigações. Flávio Bolsonaro, em uma transmissão nas redes sociais, comentou a situação de Lulinha, acusando o governo do PT de interferir na Polícia Federal para frear as apurações, afirmando que "para o Lulinha, está faltando braço, está faltando gente".

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou uma notícia sobre o caso, destacando a frase: "Filho de Lula… Lulinha é". Já o senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordena a campanha de Flávio, expressou sua crítica de forma irônica: "Cada enxadada uma minhoca".

O inquérito, autorizado pelo ministro André Mendonça, investiga se Lulinha favoreceu o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, também conhecido como Careca do INSS, em negócios relacionados à cannabis medicinal, envolvendo o Ministério da Saúde e o gabinete da Presidência. Na véspera, Lula havia afirmado que não usaria sua posição para proteger o filho caso ele fosse considerado culpado.

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