O Gripen realizou testes que confirmaram o lançamento de bombas Mk84 e armamentos guiados a laser pelo sistema Lizard 500, reforçando a Força Aérea Brasileira (FAB). A FAB validou a capacidade de ataque, destacando a segurança durante a separação dos mísseis e a estabilidade da aeronave em voo, além de analisar seu comportamento sob diferentes condições operacionais.
Os ensaios focaram nas funcionalidades ar-solo do caça, integrando-o a missões de ataque ao solo como parte de um programa de certificação. Durante os testes, câmeras monitoraram coordenadas de impacto e desempenho dos sistemas, com acompanhamento técnico em tempo real para garantir precisão e reduzir riscos à aeronave.
O processo exigiu cautela, envolvendo engenheiros e pilotos da FAB e da empresa sueca Saab para analisar os dados coletados. Os resultados apontaram avanços significativos na confiabilidade operacional, ampliando a autonomia estratégica do país com o uso do caça em missões complexas.
As manobras começaram em janeiro na região de Maxaranguape, no Rio Grande do Norte, com apoio de equipamentos extras de designação de alvos e monitoramento.

