O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a realização de negociações com o Irã marcadas para esta segunda-feira, 3. A confirmação ocorreu a bordo do Air Force One, onde Trump revelou que decidiu cancelar uma ofensiva militar em grande escala, que estava pronta para ser executada contra alvos iranianos.
A decisão de Trump foi influenciada pela pressão exercida por aliados como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar, que solicitaram a interrupção do ataque. O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, contatou o líder americano e defendeu a necessidade de reduzir as tensões militares no Oriente Médio.
Trump afirmou que, apesar do cancelamento da ofensiva, as Forças Armadas dos Estados Unidos permanecem em estado de prontidão para agir, caso as negociações falhem. O presidente declarou que já havia um acordo relacionado ao Estreito de Hormuz e que um próximo passo seria abordar a questão da desnuclearização do Irã.
Entretanto, a imprensa estatal iraniana negou que seu governo tenha solicitado a suspensão dos bombardeios por parte dos Estados Unidos. A agência de notícias Fars, que é semioficial, respondeu às declarações da Casa Branca, afirmando que "Trump, o tolo, perdeu o fôlego".
Com essa reviravolta nas negociações, a situação no Oriente Médio continua a ser monitorada de perto, enquanto Trump mantém a posição de que a mobilização das tropas americanas foi observada pelo regime iraniano, que reconhece a capacidade militar dos Estados Unidos.

