Na última sexta-feira, 22 de maio, a seleção da Inglaterra chamou a atenção ao apresentar os jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026 através de um vídeo repleto de alusões aos Beatles. A produção, que foi compartilhada nas redes sociais da equipe liderada por Thomas Tuchel e pelo perfil oficial da banda, combina música, imagens icônicas e elementos da cultura britânica para anunciar os atletas escolhidos.
O vídeo se inicia com um clipe de uma entrevista antiga de John Lennon, em que o cantor é questionado sobre a percepção das pessoas em relação à banda por serem ingleses. A pergunta que ecoa é se os Beatles se consideram muito ingleses.
Em sequência, a convocação é embalada pela famosa canção "Come Together", um dos clássicos da banda. Enquanto a melodia toca, um torcedor é visto correndo pelas ruas da Inglaterra, enquanto os nomes dos convocados aparecem em placas, camisetas, banners e outdoors, criando uma atmosfera vibrante.
Entre as referências à banda, destaca-se a imagem do tradicional submarino amarelo, uma clara alusão ao filme de animação "Yellow Submarine", lançado em 1968. O vídeo tem gerado diversas interpretações nas redes sociais, com muitos torcedores destacando o impacto histórico dos Beatles nos Estados Unidos, país que sediará a próxima Copa do Mundo, ao lado de Canadá e México.
Os internautas têm se manifestado sobre a campanha, com alguns ressaltando a aura que a Inglaterra conseguiu criar com o vídeo de convocação. Um usuário expressou sua surpresa, afirmando que a Inglaterra superou as expectativas na comparação com a convocação da Seleção Brasileira. Outros comentários destacaram a qualidade do vídeo, com alguns torcedores afirmando que a Inglaterra se tornou sua segunda seleção devido à produção criativa.
Reações variadas surgiram, com um internauta expressando sua insatisfação por ver sua banda favorita sendo usada em um vídeo que ele considerou "foda", enquanto outro elogiou o trabalho, mesmo não sendo fã dos Beatles. Um comentário mais crítico comparou a convocação da Inglaterra à da CBF, ressaltando a diferença entre as duas abordagens.

