Desde o início do ano, foram registradas 60 internações de pessoas com transtornos mentais em Curitiba, sendo 35 voluntárias e 25 involuntárias.
A gestora do Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba, Tatiane Filipak, apresentou os dados na Câmara Municipal. Ela destacou que a portaria conjunta que instituiu os novos protocolos estabelece uma metodologia intersetorial para garantir uma linha de cuidado no atendimento aos pacientes.
Filipak disse que a internação involuntária é adotada quando a pessoa está em risco iminente de morte ou tem sequelas graves de uso de substâncias. Ela afirma que a dependência química é uma doença e não uma escolha.
A ampliação dos serviços e as obras para expandir os atendimentos da rede SUS concentraram boa parte do debate. A saúde mental voltou à pauta com a vereadora Camilla Gonda (PSB), que questionou a implantação de novos Centros de Atenção Psicossocial tipo 3 (CAPS III).

