A migração do senador Sérgio Moro do União Brasil para o Partido Liberal (PL) reorganizou o cenário político no Paraná para as eleições de 2026. Esta mudança deixou a jornalista Cristina Graeml sem espaço na disputa ao Senado, já que as duas vagas principais foram preenchidas por Deltan Dallagnol e Filipe Barros.
Moro, que se reuniu com Flávio Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, deve retomar sua parceria política com Dallagnol. As articulações para a corrida ao governo estadual foram vistas como positivas por aliados de Moro, mas impactaram diretamente o projeto de Graeml, que se filiou ao União Brasil com o intuito de concorrer ao Senado.
Apesar da situação complicada, Cristina Graeml declarou que não irá recuar de sua pré-candidatura. Em nota, afirmou que sua decisão é firme e que sua candidatura é resultado de um clamor popular, ressaltando seu desempenho em visitas a 96 municípios e nas pesquisas desde 2025.
Cristina enfatizou que não há planos para mudar de direção e que sua candidatura não é circunstancial, a reafirmando como uma escolha sólida em meio aos recentes acontecimentos políticos.

