Renan Lodi provoca torcida do Coritiba após derrota do Atlético-MG

O lateral-esquerdo Renan Lodi, do Atlético-MG, se envolveu em polêmica com a torcida do Coritiba após a.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

O lateral-esquerdo Renan Lodi, revelado pelo Athletico, teve um domingo difícil em sua partida contra o Coritiba, onde o Atlético-MG foi derrotado por 2 a 0 no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro. Além do resultado negativo para o Galo, Lodi recebeu cartão vermelho ao final do jogo, complicando ainda mais sua atuação.

Ao deixar o campo e se dirigir aos vestiários, Lodi se envolveu em uma situação polêmica com a torcida do Coritiba. Durante o trajeto em frente à curva de fundos, onde se encontra a organizada Império Alviverde, o jogador fez gestos com as mãos, chamando os torcedores de ‘pequenos’. O momento foi registrado e compartilhado nas redes sociais, gerando repercussão entre os fãs do futebol.

Desde sua chegada ao Atlético-MG nesta temporada, Renan Lodi se tornou um jogador essencial para a equipe, contabilizando 21 jogos, além de ter marcado dois gols e dado uma assistência. Contudo, na partida contra o Coritiba, ele não conseguiu se destacar, assim como seus companheiros de time.

Antes de sua transferência para o Galo, o jogador estava em processo de adaptação no CT do Caju, do Athletico, após um acordo com a diretoria do clube rubro-negro para manter sua forma física enquanto aguardava a resolução de um impasse contratual com seu ex-clube, o Al Hilal, da Arábia Saudita.

A situação no Al Hilal era complicada para Lodi, que só teria a oportunidade de disputar, no máximo, seis partidas entre agosto e dezembro, devido à falta de interesse do técnico Simone Inzaghi em contar com ele, já que o time também possui Theo Hernández, da seleção francesa, em sua posição. O atleta, orientado por seu estafe jurídico, sentia que estava sendo “privado de exercer a profissão”.

A possibilidade de um retorno ao Athletico gerou expectativa entre os torcedores, mas não se concretizou. Na ocasião, o ex-diretor Eduardo Freeland, que já não faz mais parte do clube, mencionou que a insegurança jurídica e os altos salários de Lodi, em torno de R$ 2,5 milhões por mês, eram fatores que dificultavam a negociação.

PUBLICIDADE

Relacionadas: