As investigações estão sendo conduzidas tanto na esfera criminal quanto na ambiental. A Polícia Civil está analisando as imagens e pretende ouvir testemunhas para esclarecer os eventos ocorridos na trilha. Apesar de a Praia da Galheta ser um espaço reconhecido pela prática do naturismo, as autoridades enfatizam que a permissão para frequentar o local sem roupas não é uma autorização para a realização de relações sexuais em áreas públicas. A chamada “nudez pacífica” é respaldada por uma decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, mas atos de natureza sexual permanecem sujeitos a penalidades legais.
A audiência pública buscará soluções que equilibrem a proteção das características naturais da Praia da Galheta com a necessidade de coibir irregularidades. Entre os tópicos que serão discutidos estão a intensificação da fiscalização, a implementação de medidas de monitoramento, campanhas educativas e ações voltadas para a proteção ambiental e segurança dos frequentadores da praia. As discussões visam garantir que a praia continue a ser um espaço seguro e respeitado para todos os usuários, preservando sua integridade ambiental e social.
