Na madrugada do dia 30, o grupo terrorista Hezbollah lançou 15 foguetes contra o norte de Israel, atingindo um shopping na cidade de Kiryat Shmona. O impacto de um dos projéteis causou sérios danos à estrutura do centro comercial, que, felizmente, estava fechado no momento do ataque, evitando feridos. Este ato de agressão representa uma violação da trégua recentemente estabelecida entre Israel e o Líbano.
A defesa aérea israelense conseguiu interceptar a maioria dos mísseis disparados. Após confirmar a origem dos ataques, as Forças de Defesa de Israel (FDI) realizaram bombardeios na rampa de lançamento utilizada pelos extremistas libaneses. Imagens da destruição da base terrorista foram divulgadas poucas horas após o contra-ataque.
Moradores da região expressaram pânico ao ouvirem as sirenes de emergência que tocaram durante a madrugada. A insatisfação com o governo de Tel-Aviv foi evidente, com a população exigindo medidas mais rigorosas contra as ameaças dos guerrilheiros apoiados pelo regime iraniano. Os sobreviventes do ataque clamam por uma operação militar terrestre robusta para eliminar a presença dos terroristas na fronteira.
O Hezbollah assumiu a responsabilidade pelo ataque em dois comunicados à imprensa, justificando o bombardeio ao shopping como uma ação defensiva em nome do povo libanês, alegando reações a invasões inimigas. Kiryat Shmona, que está a menos de dois quilômetros da linha de combate, se tornou um dos principais alvos do grupo extremista.
Em resposta à escalada da violência, as forças armadas israelenses emitiram um alerta de evacuação para os moradores de sete vilarejos no sul do Líbano. O porta-voz militar Avichay Adraee, em uma mensagem nas redes sociais, ordenou a saída imediata dos civis antes do início de novos bombardeios pesados em bases terroristas na região de Nabatieh.
Com a agressão do Hezbollah, os líderes militares israelenses afirmam que medidas decisivas são necessárias para garantir a segurança dos cidadãos na área. O governo de Israel informou a mediadores internacionais que não aceitará o descumprimento do armistício por parte das milícias xiitas. O gabinete de crise liderado por Benjamin Netanyahu se reúne para discutir os próximos passos da resposta militar na fronteira norte.

