O desaparecimento do bebê José Arthur, de um ano e seis meses, completa duas semanas e continua a mobilizar forças de segurança em Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. A criança não é vista desde o dia 26 de março, quando desapareceu na Vila Peruana, onde morava com a família.
Desde então, equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos realizam uma força-tarefa para localizar o menino. As buscas já contaram com o uso de drones, cães farejadores e um sonar da Marinha, mas até o momento nenhum vestígio foi encontrado.
Nos primeiros dias, bombeiros e policiais fizeram varreduras em áreas de mata próximas à casa da família e ao local onde o bebê foi visto pela última vez. Após isso, drones foram utilizados para ampliar o alcance das buscas. O Batalhão de Ação com Cães (BAC), de Belém, também enviou cães treinados, mas não conseguiram identificar pistas que levassem ao paradeiro da criança.
Na última sexta-feira, equipes da Marinha do Brasil utilizaram um sonar para vasculhar o rio Peruano, que passa perto da residência da família, e descartaram a hipótese de que o menino esteja no rio. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias do desaparecimento e a investigação é conduzida pela Superintendência Regional de Carajás, que analisa diferentes possibilidades, incluindo acidente, queda em rio ou sequestro. Até o momento, não há prisões ou suspeitos confirmados.
