Douglas Ruas é confirmado como candidato ao governo do Rio de Janeiro

O PL oficializou a candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio. A convenção ocorreu em meio.
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Na última sexta-feira (24), o PL anunciou a candidatura do deputado estadual Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro. A formalização ocorreu durante a convenção estadual do partido, embora a chapa ainda não tenha definido o nome do candidato a vice, após a desistência do ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), que foi divulgada no início da semana.

Douglas Ruas, que atualmente ocupa a presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), teve sua candidatura homologada em um evento que também confirmou a reeleição do senador Carlos Portinho (PL-RJ) para o Senado. No entanto, a segunda vaga na chapa majoritária permanece indefinida.

A convenção contou com a participação por telefone do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência da República, e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O contato ocorreu um dia após ambos divulgarem mensagens que sinalizaram um aparente fim para os desentendimentos políticos que tiveram no passado recente.

Durante seu discurso, Ruas não economizou críticas à administração do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ), do qual fez parte ao liderar a Secretaria de Cidades. O deputado abordou questões como educação, segurança pública e o panorama de emprego e renda no estado, enfatizando que a situação atual é insustentável.

Adicionalmente, Ruas fez uma associação entre o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que é o atual líder nas pesquisas para a sucessão no Palácio Guanabara, e o governo do presidente Lula. "Não queremos o candidato do PT à frente do Estado do Rio de Janeiro. As pessoas não aguentam mais. Foram 4 anos de desmanche", afirmou.

O senador Flávio Bolsonaro também se manifestou durante a convenção, ressaltando a necessidade de o partido atuar para evitar o crescimento da esquerda no estado. Ele declarou que é crucial impedir que se crie um "bunker do PT no Rio de Janeiro", referindo-se à presença de grupos que, segundo ele, estão comprometendo a segurança e os interesses do estado.

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