Eduardo Bolsonaro é dispensado da Polícia Federal por abandono de cargo

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal após conclusão de.
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O Ministério de Estado da Justiça e Segurança Pública anunciou a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). A decisão foi oficializada pelo ministro Wellington César Lima e Silva no dia 18 de setembro e divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro de 2026.

A demissão ocorreu após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado contra o ex-deputado por abandono de cargo, que foi finalizado pela PF em julho de 2026. O relatório conclusivo do PAD foi publicado no dia 21 daquele mês, porém a decisão final sobre a demissão cabia ao ministro da Justiça.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos (EUA). A mudança foi justificada pelo ex-parlamentar como uma necessidade de buscar refúgio devido a alegações de perseguições políticas no Brasil. Sua saída do país ocorreu após a perda do mandato de deputado federal em 18 de novembro de 2025.

O PAD foi instaurado no início de 2026, uma vez que, ao perder o mandato, Eduardo deveria ter retornado ao seu cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro, o que não aconteceu. Desde sua mudança para os EUA, ele estava afastado de suas funções na corporação.

Na decisão que culminou na demissão, o corregedor regional da PF no Rio também determinou que o ex-deputado entregasse sua carteira funcional e a arma de fogo, completando assim o processo de desligamento da instituição.

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