FBI revela detalhes de operação de segurança sem precedentes na Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos foi marcada pela segurança reforçada do FBI, que.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, foi um evento que não registrou grandes ataques criminosos, resultado de uma operação de segurança considerada a maior da história do Escritório Federal de Investigação (FBI) para um evento esportivo. O diretor da agência, Kash Patel, informou que cerca de 5 mil servidores participaram do esquema, que abrangeu 78 partidas em 11 cidades do país e atendeu aproximadamente 6,5 milhões de torcedores.

Patel fez uma analogia com a realização de várias finais da NFL, destacando que a magnitude do torneio equivaleu a 78 Super Bowls em um intervalo de 38 dias. Em entrevista à Fox News, ele ressaltou a necessidade de planejamento meticuloso, dada a complexidade da operação e o grande volume de pessoas envolvidas. "Temos orgulho de informar que, graças aos homens e mulheres do FBI e aos nossos parceiros, não tivemos ataques criminosos significativos durante esta Copa do Mundo", afirmou.

O torneio alcançou recordes de público, atraindo milhões de visitantes internacionais. Para garantir a segurança, o FBI utilizou mais de 4 mil agentes dos escritórios regionais, além de cerca de 800 servidores da sede da corporação e 59 forças-tarefa ligadas ao Departamento de Segurança Interna. Foram realizadas aproximadamente 300 mil verificações de antecedentes de jogadores e profissionais credenciados.

Considerando os jogos que ocorreram nos Estados Unidos, no Canadá e no México, quase 7 milhões de torcedores compareceram às partidas, sem que houvesse incidentes graves de segurança. Uma das principais preocupações da agência foi o uso de drones não autorizados, que poderiam representar uma ameaça em potencial, tanto para espionagem quanto para a realização de ataques.

Patel afirmou que, caso um drone fosse detectado em área restrita, o equipamento seria derrubado. Ele revelou que mais de 700 drones foram neutralizados durante o evento. O diretor também destacou a colaboração entre os governos federal, estaduais e locais, que permitiu a rápida mobilização de especialistas em explosivos e equipes táticas de segurança para qualquer cidade que necessitasse de reforço.

"Trump estabeleceu o padrão: teríamos não apenas o maior, mas também o evento esportivo mais seguro da história do mundo, garantindo que todos tivessem uma ótima experiência", acrescentou. Além disso, Patel mencionou que a parceria entre o governo e a iniciativa privada foi crucial para movimentar bilhões de dólares na economia americana durante o evento, que não apenas buscou segurança, mas também a promoção da imagem dos Estados Unidos ao mundo.

PUBLICIDADE

Relacionadas: