Indicação de Flávio Dino ao STF é celebrada por lobista próxima a Lulinha

Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, manifestou apoio à escolha de Flávio Dino para.
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A empresária Roberta Luchsinger, identificada por sua proximidade com Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, celebrou publicamente a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma mensagem postada em suas redes sociais, Roberta descreveu Dino como "um grande nome" para a Corte, demonstrando apoio à escolha feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A indicação de Flávio Dino, que na ocasião ocupava o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, ocorreu em 2023, com a finalidade de preencher a vaga deixada por Rosa Weber, que se aposentou compulsoriamente. Após a aprovação do nome pelo Senado, Dino tomou posse como ministro do STF em fevereiro de 2024.

Roberta Luchsinger ganhou notoriedade na mídia por sua relação próxima com Lulinha, o filho mais velho do presidente. A atuação da lobista no setor privado também chamou a atenção, especialmente após seu nome ser mencionado em investigações da Polícia Federal (PF) que analisam possíveis casos de tráfico de influência entre empresários e figuras do governo federal.

As investigações estão centradas na possibilidade de que Roberta e Lulinha tenham utilizado sua influência em órgãos públicos para favorecer interesses empresariais. Relatórios indicaram que a empresária fez várias visitas a instituições federais sem que essas aparições estivessem registradas nas agendas oficiais, o que gerou suspeitas sobre suas relações com o governo.

Em 2026, Roberta voltou a ser um tema central nas discussões políticas, em meio à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A CPMI havia aprovado a quebra dos sigilos bancário e fiscal da empresária, mas a medida foi suspensa por Flávio Dino, que alegou falta de justificativas adequadas para os pedidos.

Essa decisão gerou críticas de parlamentares da oposição, que argumentavam que o acesso a esses dados era essencial para o avanço das investigações. Roberta Luchsinger também foi alvo da Operação Sem Desconto, da PF, que investiga um esquema de descontos indevidos em benefícios do INSS.

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