Inquérito contra Monark é prorrogado por Moraes devido a desobediência

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, prorrogou por 60 dias o inquérito que investiga Bruno Monteiro.
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Foto: Foto: Reprodução/YouTube

O ministro Alexandre de Moraes, integrante do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), decidiu prorrogar por mais 60 dias o inquérito que investiga o influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark. A investigação se concentra em supostas desobediências a determinações judiciais, incluindo a ordem de bloqueio de perfis em redes sociais e a suspensão da divulgação de conteúdos considerados irregulares.

A decisão foi tomada após um pedido da Polícia FEDERAL, que justificou a necessidade de um prazo adicional para concluir as diligências e finalizar o relatório da investigação. Moraes enfatizou a importância de garantir a continuidade das apurações, destacando que ainda há etapas pendentes a serem executadas.

"Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, com a realização das diligências pendentes, nos termos previstos no art. 230-C, § 1º, do Regimento Interno do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, prorrogo por mais 60 (sessenta) dias a presente investigação", afirmou o ministro em sua decisão.

O inquérito, que é um desdobramento das ações determinadas após os eventos de 8 de janeiro, busca apurar se Monark descumpriu ordens do STF relacionadas ao bloqueio de seus perfis e à remoção de conteúdos. Essas medidas foram implementadas para preservar dados de contas associadas às publicações investigadas.

Com a prorrogação do inquérito, a expectativa é que a Polícia FEDERAL finalize suas investigações dentro do novo prazo estabelecido, possibilitando assim a elucidação dos fatos e a tomada de decisões subsequentes por parte do STF. A situação segue sendo acompanhada de perto, dada a relevância do caso e suas implicações para a atuação das redes sociais no Brasil.

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