Lula reafirma que traidores da pátria enfrentam consequências em discurso no PDT

Em convenção do PDT, Lula reforça críticas a Flávio Bolsonaro e menciona punições históricas a traidores da.
WhatsApp
Facebook
Twitter
Print

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reiterou nesta segunda-feira (20) que, em tempos passados, traidores da pátria eram punidos com a morte. A declaração foi feita durante a convenção nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Brasília, onde Lula manifestou sua intenção de vencer o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026, mesmo que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, decida apoiar o pré-candidato.

"Nós não temos o direito de perder essas eleições. Neste país, antigamente, traidor era enforcado, porque trair a pátria é algo muito grave. E temos hoje mais de um traidor que vai aos EUA pedir punição ao Brasil", enfatizou o presidente.

Lula também fez um convite aberto a qualquer interessado em acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Ele afirmou que caso Marco Rubio decida apoiar Flávio Bolsonaro, o secretário poderá vir ao Brasil e até montar um comitê para essa finalidade, já que o petista se mostra confiante na derrota do adversário.

Esta não é a primeira vez que Lula faz referência a punições severas a traidores. Em junho, ao se referir à família Bolsonaro, ele citou Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, afirmando: "São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado".

Após a primeira menção de Lula sobre o tema, Flávio Bolsonaro protocolou uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente, em resposta às declarações feitas durante o evento. A disputa eleitoral de 2026 promete ser marcada por acirradas contendas políticas, com Lula demonstrando uma postura agressiva em seu discurso, ressaltando a gravidade da traição à pátria e a necessidade de mobilização para garantir a vitória nas urnas.

PUBLICIDADE

Relacionadas: