A composição da área de comunicação do governo gera debates acalorados. Críticos alegam que as nomeações evidenciam um alinhamento ideológico e que a máquina estatal está sendo utilizada para promover narrativas favoráveis ao governo. Por outro lado, aliados argumentam que as escolhas se baseiam em critérios técnicos e na experiência profissional dos indicados no setor de comunicação.

