Relatório norte-americano aponta Cuba como fomentadora de extremismo e espionagem

Um relatório divulgado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos nesta segunda-feira, 20, denuncia que Cuba atua.
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O Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou um relatório nesta segunda-feira, 20, que acusa o regime cubano de incentivar o extremismo de esquerda e de estabelecer uma rede de espionagem com o intuito de subverter interesses norte-americanos. O documento destaca que, ao longo de quase sete décadas, Cuba tem desempenhado um papel crucial nas insurreições de extrema-esquerda no Hemisfério Ocidental.

A divulgação desse relatório ocorre em um contexto de crescente pressão do governo dos EUA sobre Cuba, visando reformas econômicas e políticas na ilha. Na semana passada, o secretário de Estado, Marco Rubio, já havia antecipado algumas das acusações em uma reunião com representantes de mais de 60 países, enfatizando que as redes ideológicas e de inteligência cubanas têm colaborado na construção da extrema-esquerda nos Estados Unidos.

Em suas redes sociais, Rubio afirmou que, durante mais de seis décadas, o regime cubano tem sido um dos principais patrocinadores do esquerdismo radical e do terceiromundismo no país. O relatório do Departamento de Estado expõe a história da espionagem e subversão cubana, ressaltando que a população norte-americana tem o direito de conhecer esses fatos.

O documento revela que a crise econômica em Cuba esconde operações de inteligência e influência que têm se mostrado eficientes. Utilizando fontes públicas, o relatório detalha a tentativa histórica de exportar movimentos guerrilheiros e ideias marxistas. A estratégia cubana combina espionagem tradicional com influências políticas para reforçar sua atuação ideológica.

Além disso, o relatório posiciona Cuba como parte de uma coalizão antiamericana que inclui Rússia, China e Irã. A influência cubana é associada a eventos como os protestos em decorrência do caso George Floyd, ao crescimento do grupo Antifa e a manifestações em universidades norte-americanas.

O texto menciona ainda contatos estabelecidos com ativistas radicais negros e organizações como Code Pink, People's Forum, National Network on Cuba e Democratic Socialists of America. Em maio, o presidente Donald Trump assinou uma ordem que impacta essas relações.

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